Porque o T-37C foi importante em minha vida profissional / Why the T-37C was important in my professional life

Publicado: 15/03/2014 em História / History

Por Walacir Cheriegate, ex-comandante da Esquadrilha Castor / By Walacir Cheriegate, ex-commander of Beaver Squadron

Wal na nacele t37

(JC Note: scroll text down for English translation)

Os cinco anos vividos como Instrutor de Voo de Cadetes foram os mais vibrantes dos 43 anos de minha carreira na Força Aérea Brasileira.

Cad Wal 1

O primeiro ano como instrutor – no lendário Campo dos Afonsos – foi vivido com intensa vibração pelos integrantes de minha turma. Nossa empolgação era indescritível. Compensávamos a pouca experiência, voando o máximo que nos fosse permitido. A disputa para o título de ‘o mais voado’ era intensa. Realizávamos, até oito voos de instrução diários, cada voo com a duração de 40 minutos cada.

Num dos anos voei mais de 900 horas, nelas incluídas alguns voos no saudoso NA T-6. Voei um total de 2.501 horas de T-37C, em quatro anos de instrução em Pirassununga, SP. 

Wal e x torre

A “obrigação” de cada instrutor era realizar dois voos diários de 1h20min cada, porém, os que concorriam ao título de instrutor mais voado no famoso “pau de sebo” voavam até quatro missões diárias. Muitas desses voos eram de acrobacia ou formatura, e o somatório diário de “G” cobrava do organismo seu ônus. Hérnias de disco e hemorróidas eram frequentes.

Nossa vibração era tão grande que, driblando o cansaço e mesmo negando-o, – após esses quatro voos de instrução – encontrávamos resistência e disposição para mais um voo de esquadrilha, dessa vez sem cadete a bordo; só instrutores, no majestoso por do sol de Pirassununga. Por vezes, nosso líder o Ten Macedo já me esperava na pista, acompanhado dos companheiros Dias Filho e Vallim, dizendo: “Walacir só falta você para ‘fechar o diamante’”… E lá íamos nós muito felizes, outra vez, para os céus, como se aquele fosse o primeiro voo do dia.

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Numa certa época espalhou-se certo temor entre os cadetes com relação aos voos de instrução de “parafuso”. Procurei dominar muito bem o procedimento e algumas vezes cheguei a dar quatro duplos diários dessa manobra (Nota JC: 5h20min por dia fazendo isso aqui em baixo. Dá para entender o porquê da minha mãe não dormir na véspera ou no dia seguinte a esses treinamentos?)

Diante de tantos exageros de minha parte, minha coluna ‘recebeu a conta’ na dolorosa forma de hérnia de disco. Padeci. E o padecimento durou vários anos, até que fui operado pelo Dr. Paulo Niemayer, o pai, quando da época em que já havia sido transferido para Brasília. Porém, quando ainda em Pirassununga, por alguns meses, tive que me conformar e fazer missões mais suaves, tais como, “voo por instrumentos”, que pouco exigia da coluna. No entanto, ao final das missões, enquanto os cadetes executavam o “pell off” para pousar, puxando apenas 2G, eu vivia um suplício e me agarrava no painel, contraindo-me ao máximo para suportar as dores. Mas, sempre consegui ocultar as escondidas lágrimas e as dores nunca foram comentadas.

No ano de 1970, participei do traslado de quatro T-37C – novos – da fábrica da Cessna em Wichita, Kansas, nos Estados Unidos, até o Ninho das Águias, em Pirassununga. Nosso grupo teve como líder o Major Ajax, Comandante do Esquadrão de Instrução Aérea. Desse grupo fizeram parte os seguintes instrutores: Salles, Trindade, Lacerda, Ono, Santa Clara, Luis Carlos e eu.

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Tive a satisfação de comandar a vibrante Esquadrilha Castor. Foi uma realização! Normalmente, o Ten Ramos (Nota JC: meu futuro dindo!), meu “Oficial de Operações” fazia a primeira decolagem, seguido dos demais instrutores: Silveira, Esteves, Braga, Garrido, Paulo, Serpa, Fragoso, Rizzi e Bissaco, enquanto eu fazia o último voo. Dali a alguns minutos, todos voltavam aos céus de Pirassununga para o segundo voo.

Sem empáfia, afirmo que a Esquadrilha Castor – a de cachecol vermelho – se esmerava bastante. Seus cadetes, correspondendo à exortação e dedicação dos instrutores, acompanhavam-nos na vibração pelo voo. Dentre os muitos cadetes especialmente vibrantes, destaco o Vicente Pinto Machado, autor do grito de guerra da Esquadrilha, que terminava com o chavão: “Castor, Castor, Castor… Castor”. Posteriormente, o Pinto Machado foi um dos instrutores mais voados da história da Academia e da FAB.

Devo mencionar que tive grandes realizações profissionais com cadetes que apresentavam certa dificuldade de pilotagem, apesar de dedicadíssimos aos estudos e ao preparo das missões. Um caso marcante aconteceu com o Cadete Eronides, citado em meu livro Trajetória de Honra. Esse cadete foi um exemplo de esforço, dedicação, perseverança e tantos outros atributos que não só se formou Oficial Aviador, como foi um ótimo profissional ao longo de sua carreira.

Momento marcante foi meu casamento com a Diolásia na capela da Base Aérea de Natal. Por si mesmo, o ato já seria o grande marco de nossas vidas, mas, acrescente-se a isso, o fato do sobrevoo de uma esquadrilha de quatro T-37C, ao longo da cerimônia. Aqueles roncos abençoavam a nossa felicidade – era assim que eu os entendia – fato confirmado ao longo de um matrimônio, que já completa 43 anos de harmonia. E, só como complementação, um daqueles T-37C transportara o noivo de Pirassununga a Natal para o grande passo de sua vida familiar.

Wal e Dio                                     Capela Base Natal

Por esses e tantos outros motivos, o T-37C foi marcante em minha carreira. E nesse momento da vida, quando as lembranças retornam somente quando solicitadas, aquele mesmo T-37C me envia mais um presente, pois acompanho com imenso orgulho e satisfação o interesse de nosso filho Jeferson, fabricando essa aeronave, seguido de perto, no passo a passo, por seus filhos Eduardo (Dudu, 7 anos) e Gustavo (Gu, 4 anos), sob o olhar contemplativo e de aprovação de nossa especial e querida nora Sandra.

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=====> English version:

The five years I served as a flight instructor at the Air Force Academy (AFA) were the most exciting ones of my 43 years career in the Brazilian Air Force.

Cad Wal 1The first year as flight instructor – in the legendary Campo dos Afonsos in Rio – was passionate lived by all my fellow classmates at the Academy. Our excitement was indescribable. We compensated our lack of experience flying the most we were allowed to. The competition for the title of ‘flight instructor with most flying hours’ was very intense. We used to fly up to eight daily instruction flights with an average duration of 40 minutes each.

I have flown a total of 2,501 hours on board the T-37C, during the four years of flight instructor in Pirassununga, SP (JC note: this is where AFA is located). During one of these years I managed to fly more than 900 hours, included here some in the much missed Texan NA T-6.

Wal e x torreThe “obligation” of every flight instructor was to execute two daily flights of 1h20min each, but nevertheless, the ones that competed for the title of ‘instructor with most flight hours’, our famous “greasy pole” used to do up to four flight missions a day of 1h20min each. Many of these flights were dedicated to acrobatics and formation flight, and the total daily “G” forces added up used to charge a high price from our bodies. Herniated disc and haemorrhoids were frequent among us.

Our excitement was so big that dribbling our exhaustion and even denying it to ourselves – after these four double daily flights – we still found resilience and energy for an extra squadron flight, this time, with no cadet on board, just instructors, during the majestic sunset at Pirassununga. On many occasions, our leader, Lieutenant Macedo was already waiting for me at the runway, followed close by my great partners Dias Fillho and Vallim, saying: “Walacir, only you was missing to ‘complete the diamond’…” And there we went very happy, once again, as if that was the very first flight of the day.

diamante

At some point in time a real fear was spreading among the cadets in relation to the spin manoeuvre instruction flights. I took it up to myself to master this procedure and some days used to fly four double flights dedicated to this alone, teaching cadets (JC note: 5h20min a day doing what you can watch below. See why my mother couldn´t sleep before or after one of those days?).

But after pushing my body so hard beyond its physical limits, my backbone gave way in the painful form of a herniated disc. I got sick. And this sickness endured for many years, until I had a surgery conducted by Dr. Paulo Niemayer, the father, when I was already transferred to Brasília serving the president of Brasil. However, whilst still in Pirassununga, during many months I had to settle to only fly soft missions, like instrument instruction flight, which took a very light load on the backbone. Even so, at the end of the mission whilst the cadets executed the peel off manoeuvre in preparation for landing, during which the G forces amounted to only 2 times our body weight, I used to experience an absolute torture feeling and hold fast to the instrument panel, writhing myself to the maximum to bear the pain. However, I always managed to hide the tears and those pains where never noticed or commented by any of my cadets.     

During the year of 1970, I participated in a mission to fly four brand new T-37C from their factory at Cessna in Wichita, Kansas, United States, to the “Eagles Nest” in Pirassununga, Brasil. Our flight group had Major Ajax as leader, at that time the commander of the Instruction Flight Squadron at the Academy. The following instructors completed that flight group: Salles, Trindade, Lacerda, Ono, Santa Clara, Luis Carlos and me.

eia1-castorpI also had the satisfaction to command the Beaver Squadron. It was an unbelievable career achievement! On a typical day, Lieutenant Ramos (JC note: my “to be” godfather), my operations officer used to have the first flight of the day, followed by the rest of the instructors: Silveira, Esteves, Braga, Garrido, Paulo, Serpa, Fragoso, Rizzi e Bissaco, whilst I used to fly the last one. In a few minutes, the procedure would repeat itself and every single one of us would go back to the skies of Pirassununga for a second flight.

With no arrogance whatsoever, I can easily say Beaver Squadron – the one with the red scarf – used to out do itself. Its cadets used to match the exhortation and dedication of its instructors, and followed us very close at the thrill for the flight. Among all those enthusiastic cadets, I would like to mention Vicente Pinto Machado, author of the squadron war cry which ended with the words “Beaver, beaver, beaver… Beaver! ” Afterwards, Pinto Machado was one of the instructors with more flight hours in the history of the Academy and of the Brazilian Air Force itself.

I also have to mention that I used to get great professional satisfaction with cadets that used to present certain difficulties to fly, but at the same time being of outstanding dedication to their studies and to the preparation of their missions. One special case I have fond memories of happened with Cadet Eronides, which I mentioned in my book Path of Honour. That cadet was a throughout example of effort, dedication, perseverance and so many other attributes that not only helped him to graduate as a Flight Officer, but also helped him to become a great professional during his full career in the Air Corp.

Another special moment for me was the day of my marriage with Diolásia at the Chapel of the Air Force base in Natal. In itself, the act would already be the biggest day in our lives, but add to it the fact that during the full ceremony a squadron of 4 T-37C conducted flybys above the chapel. That motor roar was a blessing to our happiness – or at least it was like I felt it in my heart – a fact that was confirmed during a matrimony that already completes 43 years in harmony.  And just as contemplation, one of those T-37Cs had transported the groom from Pirassununga to Natal for the biggest step in his personal life!

Wal e Dio                                     Capela Base Natal

It is because of these and so many other reasons that the T-37C was a milestone in my career. And at this point in my life, when those good memories only return to my mind when prompted to, that same T-37C sends me yet another gift, for I am following up with extreme pride and satisfaction the interest our son Jeferson took to re-build the aircraft, followed close by, step by step, by his two sons Eduardo (Dudu, 7 years old, “spelled Dodoo”) and Gustavo (Gu, 4 years old, “spelled Goo”), and the contemplative and approving look of our most beloved and special daughter-in-law Sandra.

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comentários
  1. Astro Nodari disse:

    Complementando essa sublime história do então Tenente Walacyr, devo registrar que fui cadete da Esquadrilha Castor, fui aluno do Tenente mais voado de T-37 na AFA, Tenente Walacir. É inesquecível o relato sempre aviventado pelo então Major Ajax, nosso Comandante maior, do imortal “Touneaux do Walacir” no dia em que ele completou mil horas de instrução de vôo de jato no T-37C.

  2. Pinto Machado cel av. disse:

    chefe,o coração se enche de um saudoso entusiasmo dos momentos mágicos que voamos na instrução de t-37 e nos vôos do coringa.Bons tempos,os quais, agora ,pertencem ao altar das nossas reminiscências.Foi por isso que ,diante do tango 37 do musal ,descobri-me chorando baixo para não acordar a saudade.Meu cumprimento militar e ,um abraço.Pinto machado,castor 09 e coringa9.

  3. Valdemar Paiva Junior. disse:

    Cmte, os anos passam, os aviões mudam, as emoções continuam as mesmas. Nos meus cinco anos na AFA, com o T-25 e T-27, dois como pau-de-sebo na instrução e em horas na FAB, foram memoráveis. Respeitosamente, seu aluno !

  4. Rubens de Alencar Peixoto TCel Ref disse:

    Ajudei muito essa turma toda durante quatro anos como Chefe de Suprimento do T-37, nos anos 69/73. Depois, no início dos anos 80,recebi das suas mãos a Medalha de 20 anos de serviço na Base Aérea de Belo Horizonte, quando participava da construção do Aeroporto de Confins, Lagoa Santa!! Abraço

  5. S1 83061 SD Hely disse:

    Caro comandante Walacir:
    Em 1983 tive o privilégio de servir na AFA , fui seu motorista lá no comando do Corpo de Cadetes, lembro-me com saudades imensas daqueles dias de glórias! Obrigado por tudo que me ensinou ! forte abraço S1 Hely!

  6. Maj R1 Serapião disse:

    Prezado Cmte. A turma Tucano, esteve sob seu Comando no Corpo de Cadetes e em 1986 no Catre. Lembro do seu entusiasmo e do seu Elã ao comandar os jovens oficiais em inicio de carreira. Tive o prazer de revê-lo em alguns encontros de turma e fiquei feliz em vê-lo bem com sua esposa. Casal marcante em nossas memórias e eventos inesquecíveis de uma Força Aérea onde alguns valores ainda eram cultivados. Felicidades Comandante!

  7. Estimado Jefferson Cheriegate, no dia de ontem (21/07/2017) elaborei uma Atualização de minha modestíssima contribuição para a compreensão plena do Significado da Inconfidência Mineira com algumas notas sobre o Patrono da Nação Brasileira, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Rolando a barrinha até o final, posicionei uma foto que tiramos com seu pai, Sua Excelência o Major-Brigadeiro do Ar WALACIR Cheriegate, Conselheiro Maior da ASTRA – Associação dos Ex-Alunos Especialistas da Força Aéra Brasileira está bem ao centro da foto que tiramos a Diretoria da ASTRA, em nossa Reunião no Rancho dos Alunos da EEAR a 01/07/201, por ocasião do 15º Encontro Anual dos Veteranos “De Volta ao Berço”, organizado pela AMIGA – Associação dos Militares Inativos de Guaratinguetá e Adjacências.
    Sigo admirando-o desde o momento em que nos atendendo com prontidão e presteza veloses e eficazes, levou ao ar a Entrevista que tivemos oportunidade de levar a cabo com o seu pai na famosa SALA DA FORÇA AÉREA, filmado com maestria por sua mãe a Simpática e Prestativa Sra. Diolásia de Lima Cheriegate. No ar no endereço http://www.culturabrasil.org/a_inconfidencia_mineira.htm
    Respeitosamente,
    Curvêlo

  8. SÓ RFM Marcos disse:

    Trabalhei na manutenção do T-37 C na AFA de fevereiro de 1976 até sua desativação na Força Aérea Brasileira .

    • jcheriegate disse:

      Marcos, você foi um dos felizardos! Um avião muito bacana e bonito que aqui no Brasil só deixou de operar graças a entrada do T-27. Por três anos você não conheceu meu pai na AFA. Obrigado por passar por aqui!

  9. Raimundo Marques Santana Filho disse:

    Uma História, uma vida. Hoje vejo o descaso e sucateamento que estão fazendo com nossas gloriosas FORÇAS ARMADAS. Faltam homens de coragem e inteligência, para irem de encontro a este sistema maléfico, que destroem sonhos de jovens. Dias atrás estive com minha família no aeroporto dos Guararapes, em Recife e minha filha perguntou: papai ali ainda é a Base Aérea de Recife? Cadê os aviões? Infelizmente não soube responder, que tristeza ver tudo isso indo pro esquecimento. Em missões, na Região Norte, do Brasil, tive a oportunidade de voar, como passageiro, no AVRO, DOUGLAS, CATALINA, BÙFALO, HÉRCULES e por último o BANDEIRANTE. Uma História, uma vida. O meu muito obrigado a todos e todas que fizeram e fazem a nossa FORÇA AÉREA BRASILEIRA.

    • jcheriegate disse:

      Raimundo, entendo perfeitamente o que você sente. Eu mesmo não acredito que Recife se foi. Meu tio serviu na base por muito anos e eu fui várias vezes lá. É um pedaço das nossas histórias que se vai infelizmente. Triste.

      Muito obrigado pela generosidade em compartilhar seu sentimento aqui conosco. Abraço

  10. Emanoel Torres Jardim disse:

    Assisti,na BAAF,em 67,demonstração operacional,talvez,dos prim.T37-C(Twendi Bird?…):em 72,3S Q AT SHI,até 78(aí fui pra BAAN),curti a emoção de lidar com aquele Pássaro;ficou,indelevelmente,calcado;faria,tudo,de-novo…:não é Marcos Antonio Chaves?!…

    • jcheriegate disse:

      Emanoel, de fato é bem provável que em 67 tenham sido os primeiros (Tweety Birds, Piu-Piu em português). Que bacana!

      Muito obrigado por deixar aqui sua contribuição!

      Abraço

      • torres jardim disse:

        Então(ficou faltando,no texto original!),lidei com o T37-C,de 72 a 78,no Ninho,AFA,Pirassununga-SP…

      • jcheriegate disse:

        Época maravilhosa!!!

      • torres jardim disse:

        Sim!..,época de Disciplina,Amor,Coragem,Esperança,Fé,Sacrifício,Respeito,Camaradagem,sob.a Égide da Verde,Amarela,Azul e Branca-na qual,à Pátria,nada se pedia,somente,a Ela somavam-se Nossos Esforços;em que éramos Um Conjunto de Todo(s) Eficaz!..

  11. PAULO SANTIAGO FILHO disse:

    Tive a honra de ser cumprimentado e elogiado pelo então Ten Cel Wallacir, no CIAAR em Belo Horizonte. Na época ele afirmou na frente de várias pessoas que o Sgt Othon Lira e eu Stg Santiago, éramos uns dos melhores Sgts que ele tinha conhecido em toda a sua carreira. Tive a honra de servir sob o a sua batuta. Grande pessoa. Os meus respeitos. SO SANTIAGO

    • jcheriegate disse:

      Paulo, obrigado por compartilhar seu registro aqui conosco. Já corrigi o erro de pronome, ok? Acho que foi a emoção dos tempos de CIAAR! E a formatura da primeira turma feminina de sargentos da FAB! Abraço!

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